sábado, 20 de novembro de 2010

Número de infectados poderá diminuir até 2020

Um estudo do Centro para Governança Econômica e a Aids na África e do Instituto dos Resultados para o Desenvolvimento diz que se a África adotar planos mais eficazes contra a Ainds, em 2020 os números de contaminação terá uma queda de 200 mil por ano.
O país possui 5,7 milhões de pessoas soropositivas, segundo dados da agência da ONU para HIV/aids. Cerca de 18% da população de 15 a 50 anos são portadoras do vírus.
Esse estudo diz que se houver financiamento de planos mais eficazes para a prevenção e tratamento, os números até 2020 diminuiram pela metade. Porém, estima-se que mesmo com esses planos, 5 milhões de africanos serão contaminados nas últimas décadas.
Os gastos com o tratamento podem chegar até 102 bilhões de dólares. A Unaids disse que o acesso a tratamentos aumentou 12 vezes em seis anos, e que atualmente, 5,2 milhões de pessoas recebem os medicamentos necessários.
Segundo um relatório divulgado recentemente pela ONU, em algumas áreas mais afetadas, o número de infectados diminuiu 25 por cento.
Obs: Será que agora os governantes estão começando a abrir os olhos para essa problemática que depois da fome é a que mais mata na África? Esperamos que sim.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

União Africana bloqueia Somália

Países da União Africana fizeram um bloqueio aéreo e naval da Somália para combater os rebeldes islamitas e a pirataria.
Segundo o comissário da União Africana para a Paz e Segurança, Ramtane Lamamra, o bloquei pode ajudar a impedir o transporte de armas e o movimento de grupos armados. O comissário disse que a ajuda da ONU para Somália é cheia de meias medidas e enfatizou o aumento do do número de militares no país, de oito para vinte mil.
A Somália não tem um governo central eficiente há duas décadas e a liderança interina debate-se com os rebeldes islamitas por todo o país.

Homem sequestrado libertado




Um dos homens sequestrados por homens desconhecidos - Frans Barnard, que trabalhava para a ONG britânica de assistência humanitária Save The Children - foi libertado após a intervenção de um líder local na localidade de Adado, perto da fronteira com a Etiópia.

Frans Barnard, um consultor de segurança, tinha-se deslocado à area para verificar se esta era suficientemente segura para que a Save the Children estabelecesse uma nova base para ajudar crianças subnitridas e doentes bem como as respecticas famílias.




Humanitários raptados na Somália

Dois homens que trabalham na organização Save the Children foram capturados em Adado, na Somália, por homens armados desconhecidos.
Um deles é um cidadão britânico consultor de segurança e outro é um trabalhador humanitário local. O sequestro aconteceu no meio de um confronto envolvendo tanques e artilharia pesada.
O grupo Ahlu Sunnah Wal Jama atacou Adado em retaliação pelo rapto. Mas o grupo afirma que avançou devido ao aumento da actividade no local por parte do grupo islamita radical al-shabab, que tem ligações a al-Qaeda.
Vários estrangeiros foram raptados na Somália nos últimos anos. A maior parte deles foram libertados ilesos mediante o pagamento de um resgate.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Presidente exonera ministros

O presidente moçambicano, Armando Guebuza, exonerou neste domingo (11), os minitros da Agricultura, Soares Nhaca, da Indústria e Comércio, Antônio Fernandes, do Interior, José Pacheco, e da Saúde, Ivo Garrido.
O reitor da Academia de Ciências Policiais, Alberto Ricardo Mondlane, passa a ficar com o ministério do Interior, enquanto o ministério da Saúde ficará com Alexandre Menguele.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

União Africana avança em confronto

União Africana afirma que ja controla 40% do território da Somália. Os soldados africanos conquistaram novas posições nos últimos dias e ja controlam o principal mercado da capital, Bakara.
O grupo de militantes islamitas Somalis, Al-Shabab, têm sofrido várias divisões internas. Porém, mesmo com o grupo mais fraco, vai ser dificil para União conquistar mais da metade de Mogadíscio.

Confronto na Somália deixa 80 feridos


Vinte pessoas acabaram mortas e oitenta ficarm feridas em confrontos realizados na capital da Somália, Mogadíscio. O governo junto com militares da União Africana entraram em combate contra membros do grupo rebelde islamita al- Shabab, no principal mercado da cidade no dia 23 de setembro.


Este foi considerado o mais grave confronto, devido a utilização de armamento pesado, incluindo morteiros.


Os rebeldes islamitas ocuparam uma rádio e expulsaram os jornalistas que trabalhavam no local. Eles se recusaram a receber ordens dos islamitas, alegando que infringiam a liberdade de expressão.


O grupo Al- Shabab controla grande parte do sul e do centro da Somália.