quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Prisão de advogado gera manifestações na Líbia


Centenas de manifestantes enfrentaram a polícia, na cidade de Benghazi, leste da Líbia, devido a prisão do advogado Fathi Terbil, representante das famílias vítimas do suposto massacre realizado por forças de segurança no presídio de Abu Slim, em Trípoli, no ano de 1996.

Mais de mil prisioneiros foram mortos pelas forças de segurança ainda em situação não esclarecida. O presídio abriga opositores do governo e militantes islâmicos.

Pessoas que tem parentes no presídio foram até a sede do governo para exigir a libertação de Fathi. Eles teriam jogado pedras na polícia, que reagiu com canhões de água, bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracaha. Cerca de 40 pessoas ficaram feridas.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Bancos encerram operações na Costa do Marfim

Dois bancos enceraram suas operações, ontem (14), na Costa do Marfim. A administração do presidente Laurent Gabgbo condenou as ações.
O BNP Paribas e o Citibank da América encerraram suas operações depois que o Banco Central dos Estados Unidos da África Ocidental alertar que as instituições financeiras poderiam sofrer sanções caso trabalhassem com a administração de Gabgbo.
O alerta se deu no momento em que o poder é disputado por Gabgbo e seu opositor Alassane Ouattara, vencedor das eleições presidenciais do ano passado.

Duzentas pessoas morrem no Sudão

Milicias mataram cerca de 200 pessoas, na cidade de Jonglei, no Sul do Sudão. Muitas vítimas do ataques foram mulheres, crianças e padres.

Os ataques aconteceram no momento em que a região irá, em Julho, se tornar independente. O governo do Sul acusou o governo do Norte por estar atrás dos ataques.

O referendo para independência foi uma tentativa de acabar com anos de guerra entre as duas regiões.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Manifestações voltam a ocorrer no Egito

Mesmo depois da queda de Mubarak, manifestações na Praça Tahir, no Egito, não cessaram.Agoras os manifestantes protestam para melhores salários e condições de trabalho.
Alguns ativistas continuavam na praça depois das medidas anunciadas pela junta militar. A polícia militar pediu para que saíssem da praça sob o risco de prisão, mas houve troca de empurrões entre os soldados e os manifestantes.
Possíveis ondas de greve estão ameaçando eclodir em vários setores. Com o fim de várias restrições, bancários, policiais e outros setores estã dando sinais de sua insatisfação. Muitos manifestantes responsabilizam seus chefes pela grande diferença salarial que há nas empresas.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Exército Egípcio dissolve Parlamento e suspende Constituição

Após assumirem o poder no Egito, Exército anuncia que vai dissolver o Parlamento e suspender a Constituição. Ele deve permanecer no poder durante seis meses ou até novas eleições.
O atual Parlamento é composto por apoiantes do ex-presidente Hosni Mubarak. Os militares também anunciaram que vão estabelecer uma comissão para redigir uma nova Constituição antes de a submeter a referendo popular.
As próximas eleições estão previstas para Julho ou Agosto.

Argélia também sofre com manifestações

Cerca de 25 mil policiais foram deslocados para a capital da Argélia, Argel, para evitar uma reunião de manifestantes em uma demonstração pró-democrática.
Depois da chegada da polícia apenas alguns manifestantes permaneceram no local. Várias estradas foram bloqueadas e veículos blindados foram deslocados para prevenirem carros de trazerem mais manifestantes.
Segundo ativistas dos Direitos Humanos, várias pessoas foram presas.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Exército Egípcio permanecerá com tratados

O Exército Egípcio alegou neste sábado que respeitará todos os tratados internacionais anteriormente pelo país.
Embora não faça referência a nenhum acordo, os jornais egipcios publicaram que o tratado entre Egito e Israel permanecerá intacto.

Depois de quase 20 dias de protestos milhares de manifestantes permaneceram na praça Tahir comemoranndo a saída do presidente. Após a crise política a vida no Egito está começando a volta ao normal.
As emissoras de tv locais já começaram a realizar debates para discutirem o futuro político do país.