quinta-feira, 16 de junho de 2011

Presidente dos Estados Unidos e primeiro-ministro britânico defendem saída de Khadafi

No dia 25 de maio o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, defenderam, em uma reunião em Londres, a saída do coronel Muamar Khadafi do poder da Líbia.


De acordo com a BBC, Obama fez uma visita a Londres e afirmou que a comunidade internacional fez "progressos enormes salvando vidas de civis da Líbia".


Obama disse ainda que conta com a ajuda de muitas nações para exercer uma forte pressão contra o líder da Líbia. "O objetivo é salvar vidas e que não tenhamos nenhum tipo de massacre".

Presidente da África do Sul visita a Líbia


O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, esteve no dia 30 de maio na Líbia, para a última tentativa diplomática de resolver o conflito do país.


Um porta-voz do foverno sul-africano informou a BBC que o principal objetivo da visita foi assegurar um cessar-fogo imediato e pedir ajuda humanitária ao país.


Muamar Khadafi, visto em público pela última vez no dia 11 de maio, não esteve presente no aeroporto para receber o presidente da África do Sul.

Dona de creche é presa por dar tranquilizantes as crianças



A dona de uma creche na Cidade do Cabo, Monica Helm, foi presa suspeita de ter dado tranquilizantes Valium a crianças de até seis meses de idade.


De acordo com testemunhas, Monica esmagava os comprimidos, dissolvia-os em água e dava para as crianças dormindo, assim elas só acordavam na hora em que seus pais chegavam.


Após alguns testes nas crianças da creche, foram encontrados vestígios de Valium na urina de um menino.


Monica administrou a creche durante 24 anos. Ela também foi presa por manter o estabelecimento ilegal.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Genocídio Ruanda

Decisão de pena de morte para homossexuais foi adiada

Foi adiado pelo Parlamento de Uganda, no dia 13 de março, a decisão da lei que previa pena de morte para determinados atos homossexuais.


O presidente do Parlamento, Edward Ssekandi, informou que já passou o tempo de discutir esta questão, e que o problema ficará para a próxima legislatura.


O projeto determina que pessoas consideradas culpadas de homossexualidade "agravada" - quando fizerem sexo com menor de idade ou deficiente físico, ou quando for HIV positivo - sejam condenados a morte. Pessoas que deixarem de denunciar homossexuais também correriam risco de processo.


Líderes ocidentais e grupos de defesa dos direitos humanos condenaram a nova lei.

Mulher de ministro é suspeita de tráfico de drogas

A mulher do ministro sul - africano da pasta de Inteligência Siyabonga Cwele foi condenada a 12 anos de prisão, suspeita de ter recrutado mulheres para transportar drogas do Brasil e da Turquia para a África do Sul.


As acusações surgiram em 2009, quando prenderam uma sul-africana, no Brasil, com dez quilos de cocaína na bagagem. Ela cumpre pena de oito anos.


A oposição criticou o ministroa alegando que se ele soubesse das práticas ilegais de sua mulher, deveria deixar o cargo imediatamente.

terça-feira, 14 de junho de 2011

30 mil se refugiam em igreja

Para fugir dos confrontos do país, 30 mil pessoas se refugiam em uma igreja na Costa do Marfim. Muitos dos refugiados são imigrantes de outros países do oeste da África que estavam trabalhando nas plantações de cacau do local e chegam com ferimentos de bala.


A crise no país dura desde novembro de 2010, quando as eleições presidencias elegeu Alassane Ouatarra como presidente, mas Laurent Gbagbo se recusou a deixar o poder.