A acusação afirma que as crianças-soldado eram usadas como guarda-costas de Lubanga ou para matar membros de um grupo étnico rival.
O líder declarou-se inocente e insiste que tentava levar a paz a Ituri, uma região devastada por anos de conflito entre grupos rivais que disputavam o controle dos recursos minerais.
A violência em Ituri entre os Hema e os Lendu e os confrontos entre grupos rebeldes que disputavam o controlo das minas de ouro e a cobrança de impostos causaram a morte a cerca de 60 mil pessoas nos últimos 10 anos. Um funcionário do tribunal apresentou as acusações:
"Thomas Lubanga Dyilo é responsável, na sua qualidade de co-autor, pelo recrutamento de crianças com menos de 15 anos para as Forças Patrióticas para a Libertação do Congo, FPLC, e de as fazer participar activamente em hostilidades".
"Thomas Lubanga Dyilo é responsável, na sua qualidade de co-autor, pelo recrutamento de crianças com menos de 15 anos para as Forças Patrióticas para a Libertação do Congo, FPLC, e de as fazer participar activamente em hostilidades".
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